 | Welcome | Nov 7, 2005 |
Thanks for visiting my Multiply site! This is where I'm keeping all my stuff from now on, so come back whenever you want to see what's new. Feel free to post a reply if you see something you like or just want to get in touch. Nunca devemos esquecer que o dinheiro que move a chamada lei de incentivo a cultura nacional - a chamada Lei Rouanet - é dinheiro do povo, dinheiro público. Partindo desse princípio, a quase totalidade dos recursos destinados devem mirar as culturas de massa, as culturas populares.
O que eu tenho visto é a lei ser utilizada para o patrocínio de eventos culturais da elite. Patrocinar, por exemplo, um espetáculo de balet ou uma peça ou um show musicial cujo ingresso custa 300 reais, não é exatamente financiar a cultura popular. Quem consegue pagar esse valor por uma simples entrada de um espetáculo.
Nosso povo ganha o suficiente para sobreviver, qualquer valor destinado ao lazer, a cultura, deve ter ingressos com valores módicos para que o povão consiga adquirir. Usar o dinheiro do povo para patrocinar a elite - que não necessita do patrocínio - é uma medida injusta. Conforme anunciado pelo seu ministro da defesa, Portugal resolveu retirar os militares da sua tropa atualmente prestando serviço no Iraque. Ainda não se sabe como os aliados - principalmente os Estados Unidos reagirão a essa bombástica notícia, nem como farão frente a essa inestimável perda.
A notícia foi publicada pelo jornal Última Hora de Portugal e informa que "O ministro da Defesa anunciou hoje o final da participação portuguesa no Iraque devido à 'alteração das condições de segurança' e à ausência de um acordo com o 'Governo iraquiano sobre o estatuto dos militares' no país. Os seis (6) militares da missão da Aliança Atlântica vão regressar a casa já este mês".
Depois nós, os brasileiro, somos acusados de fazer piadas de mau gosto com nossos irmãos portugueses. Para que inventar piadas?
A política norteamericana para Cuba é totalmente errada. Ao isolar a ilha - pelo menos no aspecto formal ou na aparência - fornece a desculpa que os comunistas cubanos precisam para explicar o fracasso do regime na ilha: esse furado embargo comercial à ilha. Todos os males, todos os problemas sociais e economicos se justicam pelo embargo.
O melhor remédio para acabar com o comunismo e o proselitismo dos cupons de racionamento e a socialização da miséria é o bom e saudável capitalismo. Com ele vem o progresso, o bem estar social e a aversão social ao comunismo. Quem duvida disso basta examinar o caso do Vietnã, país que hoje vive sob inspiração capitalista e tem a maior aversão ao comunismo.
Caberá a Barack Obama ganhar essa guerra com uma medida simples: suspender o embargo comercial à ilha, que atenderá a liberdade comercial tão sonhada pelos comunistas - mas que eu duvido que seja realmente desejada - e poderá funcionar como um verdadeiro veneno para o comunismo cubano.
Quanto maior o contato que os cubanos tiverem com o mundo exterior, e a constatarem de que Cuba não é o paraíso, mas o inferno na terra, maior será a chance de que o povo venha a exigir o fim do regime que privilegia militares e partido e oprime os demais.
Agora tudo é uma questão de tempo - e da inteligência de Obama... A posse de Barack Obama fez história. História que confirmou a previsão de Martin Luther King de que ainda chegaria o dia em que o caráter das pessoas não seria medido pela cor da sua pele. E essa é a insipiente história de Barack Obama: ser o primeiro presidente negro dos EUA.
Para mais história é preciso tempo e memória. Barack Obama começou sendo comparado a outros memoráveis presidentes da história norte-americana de forma apressada e leviana. Para fazer uma boa história Obama precisa de competência, de medidas acertadas e, principalmente, de tempo.
E esse não é um problema de Obama, mas principalmente de uma mídia interessada em exaltar - açodadamente - o primeiro presidente que tem um leve odor de esquerda na história americana. O exagero no louvor ao novo presidente dos Estados Unidos da América é evidente. Comparações com Abraham Lincoln and Franklin Roosevelt são mais do que absurdos, não por alguma suposta incompetência de Obama, mas pela suposta competência.
Digo suposta porque não há como aferir a capacidade do novo presidente de lidar com o affair governamental sem um único dia no exercício efetivo do cargo. Lembrem de Bush, o George Walker, que chegou a ser comparado a Lincoln logo após o 11/9.
Ah, os discursos! Mas os discursos aceitam tudo, e tudo sempre é mais fácil de resolver nos discursos. Os analistas superdimensionam um governo que sequer começou. Confundem torcida e esperança com realidade. Certo, é preciso despertar a vontade e a confiança da população, mas não é preciso exagerar com comparações apressadas e sem base fática para um julgamento.
Não raro o julgamento - pelo menos o julgamento justo - de um mandato governamental só vem muito tempo depois que o titular deixou o cargo. Quantos governantes foram injustiçados por julgamentos precoces para serem justiçados depois? O mesmo vale no sentido oposto. Julgar um governo sem que ao menos tenha iniciado é injusto.
A história não permite que se faça história antes de decorrido o tempo que transforma um fato em história - lógico, não é mesmo? Nasci no Rio Grande do Sul, o que me fez bairrista e gaúcho numa tacada só. Na verdade bairrismo e gauchez são palavras sinônimas. O ano era 1953, o mes era maio, o lugar era a Faixa Preta, nome da Avenida Doutor Campos Velho, o número era o 1951, uma velha casa amarela de alvenaria.
Passei parte da infância ali, na casa com um grande terreno arborizado que pertencia aos meus avós maternos, ao lado da qual meu pai construiu uma casa de madeira. Melhor do que arborizado, as árvores eram frutíferas: laranjeiras, vegamoteiras, pereiras, pessegueiros, caquis e araçás - um sonho para qualquer guri.
O lugar era o palco, também, de uma guerra entre vizinhos: a casa de vovô vizinhava com a dos Bottini, donos de um grande terreno na esquina das avenidas Cavalhada e Campos Velho, local em que ficava localizado um grande depósito de materiais de construção, onde os Irmãos Bottini fabricavam aberturas de madeira (portas e janelas) em uma serraria que produzia barulho e pó de madeira, dois ingredientes explosivos quando se trata da convivência pacífica entre vizinhos.
Meu avo odiava os Bottini, enquanto isso, eu, um guri na época, ignorava esse ódio e me relacionava normalmente com filhos e sobrinhos dos Bottini, todos meus amigos de infância. Todos passávamos por cima das diferenças dos adultos, no nosso mundo infantil não cabia esse tipo de sentimento.
Mas todas essas memórias pertencem a história da minha infância. Quando eu falo em gaúchos loucos me refiro a algumas idiocrassias bem nossa. Nossa capital, Porto Alegre, nasceu de um grupo de imigrantes, açorianos que fundaram a cidade as margens do Rio Guaíba. Parte de tal escolha se deveu ao nosso litoral, plano e feio.
Quando era menino meus pais diziam que a cor do nosso mar, um tom semelhante a um marromsujeira, se devia aos altos níveis de iodo contido na água do mar. Iodo nada! Areia pura! A cor do mar se deve a inexistência de um quebra mar, fruto de um litoral plano e sem recortes e que, devido ao movimento violento das ondas, revolve a areia do fundo e dá essa coloração de sujeira ao mar.
Os imigrantes não devem ter gostado do mar marrom que viram, acostumados aos mares em technicolor, aos tons de azul do Mediterrâneo e do Atlântico europeu. Optaram pelo rio Guaíba, mais bonito e ainda não poluído pelos esgotos citadinos da grande cidade, pelo menos assim que era na época da imigração açoriana.
Não deve ter sido pelo iodo, mas quando eu era pequeno, bastava entrar no mar para desencadear uma espécie de alergia que deixava todo o meu corpo vermelho e pipocado. Demorei muito tempo a conseguir tomar um banho de mar sem apresentar essa reação alérgica. Apesar disso tudo, apesar desse marrom sujeira, os gaúchos batizaram as suas praias com nomes pernósticos: Jardim do Édem, Oásias do Sul, Atlântida, Xangri-lá, Rainha do Mar, etc.
Na verdade as nossas praias não são paraísos, mas lugarzinhos bem feios a beira de um mar idem. Na falta de coisa mais importante para falar, a mídia está preocupada com a Obama, a Michelle, a mulher do Barack. Não propriamente com ela, mas com a roupa que ela veste. Gente que não está nem aí para os planos do Barack, mas totalmente focada nos panos da Michelle. Muito importante isso!
Sempre que vejo alguma coisa desse tipo lembro de uma frase atribuída à Albert Einstein: "Duas coisas são infinitas: o universo ea estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não estou absolutamente convencido". Os edênicos - aqueles que sonham com um novo paraíso terrestre - acreditam que o conflito entre os países se resolve contando pedras. Explico: quando alguém atira pedras no telhado do vizinho, o atingido deve contar o número de pedras - e avaliar o seu tamanho. Deverá responder, preferencialmente e se possível, com as mesmas pedras, ou com pedras idênticas as recebidas no telhado.
Essa providência visa atender o sentimento de justiça absoluta nutrido pelos edênicos, dentro de um principio universal chamado de "resposta igual e proporcional". Vejo alguns problemas na solução apontada: - e como fica a necessidade de atingir o mesmo ponto em que foi atingido? - e se os telhados tiverem resistência diferente? Um pode quebrar e o outro não? Nesse caso seria lícito aumentar o tamanho da pedra para produzir o mesmo dano?
O interessante de se notar é que os edênicos só se preocupam com essa reação igual e proporcional, nunca procuram uma solução que passe por censurar quem atirou a primeira pedra - sem a qual não haveria necessidade de reações iguais e proporcionais! Os edênicos também tendem a demonstrar um sentimento pouco paradisíaco e recomendável de parcialidade nesse tipo de questão - que feio!
Esse sentimento é o mesmo que vê "casualidades" nas vítimas de um lado e "pobres e inocentes covardemente atingidos" no outro. Shame on you, endêmicos!
A fisíca ensina que a qualquer ação corresponde uma reação de igual itensidade, direção igual e com sentido invertido ao aplicado originalmente. Algumas diplomacias querem que nos conflitos entre os países seja seguida essa lei, ou seja, que a reação a qualquer ataque sofrido seja proporcional.
Sinto, mas esse tipo de lei não se aplica quando se trata de relações entre países. O princípio que deve nortear é o de que, se você não quer ser atacado, antes de tudo não desfira o primeiro ataque. Querer exigir igualdade de tratamento numa resposta a um ataque não provocado é coisa de banana, ou de comunista que se esconde atrás de "causas".
Simplifico, se dou um tapa em alguém, não posso esperar que me devolvam o tapa, mas sim qualquer reação de defesa a minha agressão. Os palestinos atiram foguetes contra Israel que, segundo dizem, não são muito eficientes. Não se enganem! Atiram esse tipo de foguete não porque sejam bonzinhos, são terroristas da pior espécie e só não jogam coisa melhor, porque não dispõem.
A diplomacia "com coloração ideológica" brasileira tenta enganar a opinião pública falando em proporcionalidade, quando na verdade gostaria de apoiar declaradamente os terroristas do Hamas. Algo assemelhado já aconteceu com as Farcs, e só "mudaram de opinião" ante a opinião pública, totalmente contraria aos guerrilheiros colombianos.
Nesse caso não é diferente. Já tivemos um Itamaraty muito melhor no passado... Fico pensando em todas as superstições e resoluções que ocorrem com o advento de um novo ano. Gente que acredita na sorte, que uma cor de roupa íntima na passagem do calendário vai fazer toda a diferença durante o ano; ou de como algumas sementes de lentilha na carteira vai tornar o próximo ano rico e farto.
Coisas que não se pode comer, e outras que, obrigatoriamente, devem ser comidas sob pena de não trazerem bons fluídos, bebidas que trazem a paz - e às vezes, alguma tonteira também. E, complemento essencial de qualquer mudança de ano, muitas promessas. Muitas promessas de coisas que esqueceremos logo no primeiro dia do novo ano.
Eu já fiz um pouco de tudo e de tudo um pouco. Resultados? Não sei dizer com certeza, nunca fiquei rico, mas também não fiquei miserável. Pelo sim, pelo não, faça! Dentro dessa filosofia da "coitadização" que se instalou no país, o que se vê é a negação de direitos fundamentais para os que se comportam direito no convívio social, em detrimento de um comportamento lenitivo para os delinqüentes.
Perdemos o direito de ir e vir assolados por uma crescente violência imposta pela criminalidade. A polícia preventiva sumiu das ruas da nossa cidade - caso de Porto Alegre -, menos por culpa da organização, mais por culpa da total carência de recursos materiais e humanos para executar o serviço.
A segurança tornou-se uma atividade qm que não se consegue nem apagar os focos de fogo, quanto mais evitá-los! O estado funciona enviando rabecôes para quem está doente, ou seja, o socorro nunca chega a hora e a tempo.
Trocou-se a inflação por uma política espoliatória de cobrança de impostos. Pior, paga-se por um serviço que não se recebe, paga-se várias vezes pela mesma coisa. Paga-se o imposto para a manutenção das estradas e pelo pedágio. Pela saúde e pelo plano privado, pela segurança, educação, por tudo em troco de nada.
E depois só se ouvem aplausos a um governa inoperante... Viva o povo brasileiro!
 | Valores | Sep 7, '08 4:39 PM for everyone |
O título desse post deveria ser Escala de Valores, na forma como o assunto - valores - normalmente é denominado. Abreviei, no entendimento de que não há como se falar em "escala" se não temos "valores propriamente ditos". Como colocar ordem no vazio? Para hierarquizar valores, primeiramente, se faz necessário reconhecer a existência deles. Para dizer que a minha família é mais importante do que o estado, preciso reconhecer a família e o estado como valores e atribuir um grau de importância a cada um deles. Somente depois disso é que estarei em condições de priorizar um deles. Vivemos tempos difíceis! Tempos em que a máxima "os fins justificam os meios" é cada vez mais aplicada e - pior! - aceita no meio social. Não é de se estranhar essa atitude monstruosa, esse quase "antropofagismo" em que pais eliminam os próprios filhos - e vice-versa - com a finalidade de facilitar a existência. Crianças atiradas pelas janelas, incendiadas, esquartejadas, massacradas, enfim, submetidas a todos os tipos de desumanidades passaram a ser ocorrências comuns no nosso cenário nacional. Consciência? O que é isso?
Não, nem perca o seu tempo procurando no dicionário por essa palavra. Você está absolutamente certo! Não existe a palavra “coitadizar” ou “coitadização” na língua portuguesa. Ela é uma criação minha, um neologismo formado por coitado +izar, de transformar (alguém) em coitado(dinho). Essa “coitadização” ocorre quando se transformam os malfeitos de alguém, não em atos dignos de censura ou correção, mas de pena, de piedade. Por detrás dessa atitude aparentemente motivada por humanismo e piedade. oculta-se uma deformação do pensar social, um (condenável) estratagema político. O malfeitor não se exclue do convivío social - apenado por uma sentença privativa da liberdade - por ato volitivo, mas motivado pela exclusão prévia imposta por sistema político discriminatório. Ele não erra, é levado ao erro.Não passa de mais uma resultante, um subproduto de um sistema social injusto. Em outras palavras: um coitado! As verdadeiras vítimas desses desajustes sociais, as vítimas em si, são esquecidas, relegadas a um segundo (e convenientemente esquecido) plano. Pela “coitadização” malfeitores são promovidos a vítimas. criminosos se tornam “dignos de pena” (principalmente pelos denominados “movimentos de defesa dos direitos humanos” - dos criminosos, não das vítimas).  | Edênicos | Sep 4, '08 12:33 AM for everyone |
A expressão não tem nada de original, edênicos é o modo como foram chamados os moradores do Jardim do Éden, o popular paraíso. A história bíblica nos conta que a população do Éden nunca passou de dois, Adão e Eva, os precursores da raça humana que foram os dois únicos a habitarem os Jardins do Éden.
O local, criado por Deus para hospedar sua criatura, o homem, era um local de delícias, sem as rudezas necessárias para a sobrevivência da vida humana na terra. Exigia que seus habitantes fossem puros, inocentes, perfeitos. O homem não mereceu permanecer no paraíso, sendo expulso por Deus.
A terra recebeu o homem, com seus defeitos e imperfeições. Como inexiste perfeição entre os homens, não há possibilidade de se recriar um paraíso na terra. Qualquer idéia que parta desse princípio, isto é, que tente recriar o paraíso terrestre, é utópica e irreal.
O homem não é vocacionado para o bem. O homem dito "de bem" é fruto de formação, de um ensino que molde a sua personalidade, que tolha o seu natural egoísmo. A perfeição é meta inatingível, ao menos nesse mundo...
 | ? | Aug 27, '08 2:10 AM for everyone |
Qual a validade de se colocar orientações ao consumidor com um tamanho de letra e/ou tempo de exposição insuficiente? Não esclarece não informa. O mesmo se pode dizer de ressalvas ao consumo de certos produtos, quando o tempo da locução é tão curto que mal se consegue ouvir.
... é que não saí nada mesmo! A brincadeira com o ditado popular, formando esse "trocadalho do carilho" é uma verdade quando o assunto é política. Quem um sã consciência ainda espera alguma coisa útil da política e dos políticos?
Ficou impossível de se preservar qualquer consciência política nesse país. E os políticos fizeram por merecer toda essa descrença. Falo, é claro, dos conscientes, não dos desavisados, da maioria ignara e analfabeta (em tudo, inclusive no assunto).
Acreditar em uma mudança no cenário político nacional tornou0se tarefa hercúlea, jurema, verdadeiro trabalho de sísifo. Quem ainda dedica um seugndo do seu tempo assistindo essa verdadeira pataquada que se passa nesses horários reservados para a propaganda política?
Nosso povo costuma confundir jovem com novo, o que não é necessariamente a mesma coisa. A ligação pode parecer lógica e evidente, mas a realidade desmente tal conexão. Qualquer um pode constatar que há muita gente madura, de mais idade, com uma mente nova e atualizada. No outro lado da balança, encontramos muitos jovens com cabeças já envelhecidas, jovens defendendo velhas idéias.
Isso está ocorrendo na atual campanha eleitoral para a prefeitura de Porto Alegre. No rol dos candidatos(as) aparece gente nova com idéias (e, pior, com ideais) ultrapassados. Como pode haver em pleno século XXI quem ainda tenha a coragem e a cara de pau de defender o comunismo como uma alternativa viável para qualquer povo?
O comunismo está velho e mofado, pior, o comunismo nunca foi e nunca será uma alternativa viável de sistema político. Baseado em princípios utópicos ultrapassados, o comunismo não tem um único exemplo prático de alguma coisa que tenha funcionado no mundo.
Não pense que, pelo comunismo ser um sistema político velho, decrépito e ultrapassado, a resposta vai ser econtrada no seu extremo: no capitalismo selvagem. Não está. Acredito que esteja numa linha moderada; num sistema sem radicalismos.
Portanto, pense bem antes de apostar o seu voto num falso novo.
Nossa atitude frente aos atletas que nos representaram(?) nos jogos olímpicos é semelhante a do agricultor que, embora não semeando, aguarda por uma boa safra. Espera por um milagre impossível. Qual a nossa falta? Não apoiamos, nem exigimos dos nossos políticos algum tipo de apoio para os esportes em geral (amador e profissional).
A turma do planalto central descobriu que sai mais barato comprar estatísticas favoráveis, gastando alguns bilhões num programa como o bolsa-família. Para educar, manter a saúde, segurança, etc, sai muito caro, dá mais trabalho e proporciona menores resultados (eleitorais, que é o que importa).
E daí? Daí nada, daqui a quatro anos estaremos esperando por um novo milagre...
Acompanhar a transmissão dos jogos pela Sportv - Net foi uma experiência muito divertida. Além da diversão intrínseca do evento, os comentaristas foram uma atração a parte e se superaram com verdadeiras pérolas!
Não posso transcrever todas, não pela falta de espaço, mas pela falta de memória, Lembro de algumas, que servem como exemplo: "O que dificulta é a dificuldade" - disparado pela comentarista das provas da ginástica olímpica feminina; "Quando um atleta está com sorte, tudo confabula para o seu sucesso" - nesse caso, foi o português que conspirou contra o "comentarista" Robson Caetano.
Além disso, tivemos as costumeiras e chatas análises dos comentaristas, verdadeiros papis sabem tudo. Não entendo como perdem o seu tempo fazendo críticas aos atletas e equipes, quando poderiam estar treinando-os e garantindo dezenas de medalhas para o país.
Mas, enfim, tudo é (foi) festa...
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